Em julho passado, Venezuela congelou suas relações com a Colômbia. Até então, os dois eram importantes parceiros comerciais e mantinham diversos acordos. Todos foram susbstituídos por acordos com países amigáveis como Brasil e Argentina.
A decisão foi tomada por Chávez depois do governo colombiano, sob a presidência de Álvaro Uribe, afirmar que a Venezuela fornecia armamentos à guerrilha. A afirmação foi feita com base na apreensão, em um acampamento das Farc, de lança-foguetes antitanques, supostamente pertencentes á Venezuela.
A Venezuela, assim como o Brasil e diferentemente dos EUA e da Colômbia, não vê as Farc como um grupo terrorista.
Além disso, o acesso dos Estados Unido a bases militares colombianas com o objetivo de combater traficantes de drogas e guerrilhas esquerdistas também não agradam o governo venezuelano, que acredita que isso aumenta a possibilidade de uma gerra na América do Sul.
Com o acesso a essas bases, Chávez, duro crítico da política norte-americana, fica vulnerável a ataques dos Estados Unidos. A Venezuela, com uma localização geográfica invejável às grandes potências, possui as maiores reservas de petróleo do mundo.
A novidade é que agora, Chávez encomendou mísseis russos. “Assinamos alguns acordos militares com a Rússia. Em breve alguns foguetinhos chegarão”. A quantidade não foi informada, mas ele disse que a Venezuela tem apenas a intenção de se defender, não de atacar.
Os mísseis têm alcance de 300km.
Aimeudeus! O Chávez agora tem mísseis? Estamos todos perdidos. Do jeito que ele é maluco.
Comentário por Juliana Contaifer — 15/09/2009 @ 03:02
Não culpo que o Chávez queira se defender com mísseis desse gigante que se alastrou no mundo.. os EUA. Se é que adiante alguma coisa.
Comentário por Nathália Koslyk — 16/09/2009 @ 02:03